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Artigos
e Viagens
Acará-Disco,
O Rei do Aquário
Autor William Sugai,
fevereiro 1995
Há decadas que aquaristas
do mundo inteiro, tem se rendido a estas maravilhas, originárias do nosso
aquário natural, a bacia Amazônica, homenageando e idolatrando esse nosso
tão famoso peixe chamado Acará-Disco. Este peixe do gênero Symphysodon,
da família Cichlidae, foi descrito em 1840 pelo Dr.Joham Jacob Heckel,
Áustria, porém, começou a aparecer nos aquários dos Estados Unidos e Alemanha,
somente por volta de 1930. O gênero Symphysodon é dividido em duas espécies:
Symphysodon Discus e Symphysodon aequifasciatus.A primeira espécie Discus
é subdividida em duas subespécies: S.discus discus (disco heckel vermelho)
e S.discus willischartzi (disco heckel). A segunda Symphysodon aequifasciatus
é subdividida em três subespécies: S.aequifasciatus axerold (disco marrom),
S.aequifasciatus aequifasciatus (disco verde) e S.aequifasciatus harald
(disco azul). O disco além de ser encontrado no Peru e na Colômbia.(-reeditado
pelo autor 1999-Nestes últimos anos outras variedades de disco foram
descobertas em lugares nunca antes explorados e novas subespécies foram
catalogadas. Como a Ecoanimal recebe discos para exportação direto dos
pescadores vimos passar pela nossa empresa o disco heckel de cara azul,
disco amarelo do xingu de corpo hi-body, o disco vermelho Içana e outros
mais.)
Os discos são peixes
tímidos encontrados normalmente em cardumes em lagos e rios tranquilos
da região norte. Diferentemente dos discos selvagens, podemos encontrar
hoje em dia discos domésticos totalmente azul turquesa ou vermelho, isto
graças a seleções genéticas, feitas através de estudos pioneiros, realizados
na década de 70, pelo alemão Dr. Eduardo Schimidt-Focke e o americano
Jack Watley. Na década de 90, a gama de discos coloridos aumentou consideravelmente
e as vendas vem aumentando dia a dia. O último grande acontecimento no
ramo dos discos foi no ano de 1991, no grande Aquarama Show, em Singapura
numa competição importante de peixes ornamentais, onde um famoso criador
expôs e revolucionou o mercado com um disco de coloração laranja avermelhada
com manchas pretas, inédita até então. Este novo disco foi denominado
pelo criador de Pigean Blood (reeditado pelo autor 1999-pigean blood
ou sangue de pombo-na época de lançamento pelo criador foi vendido inicialmente
somente em lotes mínimos fechados de 100 unidades com o preço de U$400,00
a unidade, portanto todo novo criador ou empresa que quisesse adquirir
esta nova raça tinha que investir um montante de U$40.000,00 na época),
e vem competindo com o turquesa na preferência dos apaixonados pelo disco
do mundo inteiro. Hoje em dia o mercado brasileiro de aquariofilia começa
a conhecer mais as novas cores de disco, graças as importações, atraindo
cada vez mais pessoa para esse maravilhoso hobby.
A seguir algumas
dicas na boa manutenção deste fascinante peixe. O disco, o rei do aquário,
como é considerado, necessita, é claro de um aquário bem montado, com
uma boa filtração, iluminação, um perfeito aquecimente e equilíbrio da
água.
O Aquário -
O tamanho do aquário é de vital importância. Quando comprarmos os discos
pequenos, temos que ter em mente que estes peixes podem chegar a atingir
de 15 a 20 cm quando adultos. Para termos um bom exemplo, em um aquário
de medidas 1 m de comprimento, 40 cm de largura e 50 cm de altura, seis
discos é um bom número. Eles necessitam de bastante espaço para nadar
e se desenvolver. Como são peixes de cardume por natureza, coloque sempre
no mínimo quatro discos. Evite colocar somente um disco no aquário, ele
ficará perdido e solitário, podendo vir a parar de comer, morrendo em
seguida. Não coloque também dois ou três discos somente, pois os maiores
irão machucar e ou dominar os menores, prejudicando inclusive na alimentação,
impedindo assim um bom desenvolvimento de algum exemplar.
Iluminação
- pode ser aquela tipo fluorescente normalmente comercializada pelas casas
do ramo, respeitando é lógico os padrões de wattagem/tamanho do aquário.
Mesmo sendo o disco encontrado em zonas onde há uma grande cobertura vegetal,
raízes aéreas, onde a iluminação é difusa, é comprovado que ele se comporta
muito bem com a iluminação normal, podendo ser mantido tranquilamente
num aquário comunitário.
A decoração do
aquário - A decoração é um fator pessoal de cada aquarista. Cuidado
porém, para que os acessórios não mudem a química da água desejada. Cascalho
e rochas são importantes, pois alguns deles mudam relativamente bem os
níveis de pH e dureza da água. A dolomita por exemplo é um tipo de cascalho
normalmente usado na aquariofilia, mas que deve ser evitado nestes tipo
de aquários para discos, pois alcalinizam a água com o tempo tornando-a
imprópria. portanto devemos dar preferência ao cascalho de rio natural
e rochas próprias para o aquarismo.
A filtragem e a
qualidade da água são muito importantes, às vezes vital para a boa
manutenção e crescimento dos discos em aquário. Uma boa forma de se manter
a água do aquário boa para os disco, é a tão necessária e religiosa troca
parcial de água semanal. Paralelo a isso, uma boa filtração ajudará em
muito a manter a água limpa e cristalina. Nos dias de hoje, a filtração
biológica por meio de placas de fundo, colocados sob o cascalho estão
obsoletos. É um sistema cada vez menos usado no mundo inteiro, pois está
comprovado que ele agride o bom desenvolvimento das raízes de plantas
aquáticas além de acumular sujeira no fundo do aquário, acabando por saturá-lo,
e resultando para o aquarista uma limpeza geral após um determinado tempo.
Esta faxina acarreta num desequilibrio biológico, provocando um stress
aos peixes neste intervalo. A sujeira e dejetos do aquário podem ser facilmente
retirados através de um sifão próprio para o aquário que é usado diretamente
no cascalho, enquanto que um bom filtro externo ajudará a manter a água
cristalina com uma simples manutenção mensal de seus componentes, mantendo
seu aquário por muito mais tempo, higiênico e com um ótimo equilíbrio
biológico. Ótimos filtros podem ser adquiridos com a boa orientação do
lojista, portanto, o tipo de filtro externo a ser usado, ficará por conta
da preferência e disponibilidade de cada um. Os vários tipos de filtro
não serão abordados nesta edição. Independente ao tipo de filtro a ser
usado este deverá manter a água limpa e cristalina, ajudando na manutenção
de uma boa biologia e química da água.
A temperatura
- O disco por ser originário da região norte do Brasil obviamente necessita
de temperatura alta. A temperatura ideal situa-se entre 27.5 e 30 graus
centígrados. Abaixo de 26 ºC o disco começa a se sentir mal, pode vir
a para de se alimentar, baixando sua resistência e aumentando o risco
de "stress", propiciando assim o aparecimento de alguma doença. Procure
sempre trabalhar com um bom termostato, impedindo o risco de qualquer
tipo de oscilação de temperatura na água, mesmo em dias muito quente ou
frio. Temperaturas um pouco acima, como 32ºC, podem ser usadas em peixes
recém introduzidos no aquário. Isto provocará um aumento do metabolismo
do peixe, consequentemente em um apetite maior, facilitando assim uma
melhor aclimatação. O disco pode suportar temperaturas altíssimas como
36 e 40ºC, porém com alto risco e às vezes mortal. Nesta situação ele
escurece e sobe até a superfície. Caso isto ocorra, abaixe a temperatura,
introduzindo água mais fria, certificando-se que o pH está certo e naturalmente
ausência de cloro. Desligue a luz, termostato e aquecedor procurando solucionar
a falha ocorrida. Normalmente isto é causado por erro de wattagem de aquecedor,
termostato desregulado ou de péssima qualidade.
A água - O
disco é originário de águas ácidas, com pH variando entre 5. 0 e 6. 5,
dependendo da região. Em aquário ele pode ser mantido em pH abaixo de
5.0 e acima de 7.5, porém é de todo aconselhável mantê-lo em água onde
o pH seja ligeralmente ácido num ideal de 6.5, afim de se evitar qualquer
tipo de problema. O que é necessário fazer após a montagem de um novo
aquário é o ajuste de pH. Normalmente o pH da água da torneira provinda
da rede pública (salvo aqueles abastecidos por nascente ou poço) situa-se
na faixa de ph 8.5 à 9.0. Este pH pode ser abaixado facilmente por meio
de um acidificante comum usado para aquarismo. A água nova que será usada
nas trocas semanais, além de descansada para eliminação do cloro, deverá
possuir um pH neutro, pois servirá para compensar o pH da água do aquário
que abaixa normalmente com o tempo, consequente da eliminação dos dejetos
dos peixes, mantendo assim sempre um pH estável em torno de 6.5. A troca
de água semanal contribuirá para o bom crescimento dos discos, além de
ajudar a manter um nível de amônia nulo. A amônia sendo tóxica, e o disco
sendo altamente sensível a ela, normalmente é a responsável por muitas
mortes dos peixes ocorridas com iniciantes e até com criadores aquaristas
mais experientes. Ela pode ser medida facilmente por testes colorímetros
vendido nas lojas. Os sintomas dos peixes quando atacados por amônia são:
coloração escura, respiração ofegante, permanência na parte superior do
aquário, barbatanas fechadas e corroídas, formando uma minúscula película
branca em algumas partes do corpo. Quando constatado a presença de amônia
na água é preciso efetuar de imediato uma troca de 1/3 à metade da água,
afim de abaixar sua concentração, ajudado por um aumento de oxigenação
e pH baixo. Isto ocorre normalmente por excesso de peixes no aquário,
excessos na alimentação, introdução de água com cloro, uso mal feito de
antibióticos ou qualquer medicação que por fim tenham afetado drásticamente
a biologia do aquário, provocando o aparecimento de amônia.
Comprando seu disco-
O aquário estando pronto, é hora de escolher o lugar onde adquirir o seu
disco. Procure sempre optar por lojas de boa reputação, onde o dono demostre
ter um grande cuidado com todos os peixes em geral. A maioria dos peixes
devem estar saudáveis, pois lembre-se que, dificilmente o lojista usa
uma redinha e sifão para cada aquário, o que facilita bastante a contaminação
entre os aquários da própria bateria. Não é preciso lembrar que deve-se
evitar comprar peixes aparentemente doentes ou que estejam no mesmo aquário
onde haja outros já debilitados. Um bom conselho, é pedir a um funcionário
da loja para alimentar os disco na sua frente, pois a não ser que estejam
gordos e satisfeitos, eles com certeza subirão à superfície a procura
de comida. Geralmente, disco com apetite é sinal de disco saudável. Analise
a coloração do peixe, que deve ser forte e brilhante. Disco muito escuro
e cinzento é sinal de doença ou algum distúrbio na água. Ele precisa apresentar
uma abertura total das nadadeiras, principalmente as peitorais. E um ponto
que seria de grande importância para interessados e experientes, é a proporção
do tamanho do olho em proporção ao tamanho do corpo do peixe. Disco de
olho grande e corpo pequeno é sinal de pouco desenvolvimento, ou seja,
um peixe que está encruado. Procure discos com olhos bem pequenos. Após
a compra de seu disco o ideal é colocá-lo de quarentena para um tempo
de observação, pois seria de grande risco juntá-lo de imediato com seus
outros peixes ou mesmo discos, que já estão a um certo tempo com você,
saudáveis e lindos, diminuindo assim, o risco de uma eventual contaminação
e desastre no seu aquário. Vindo da loja, mergulhe o saco ainda fechado,
na água do seu aquário para igualar as duas temperaturas. Após 10 minutos,
abra o saco e lentamente introduza água do seu aquário dentro, isto ajudará
o disco a não sofrer um choque de pH, o que poderia ser fatal. Repita
várias vezes esta operação, e jogue sempre o excesso de água fora, tomando
o cuidado para não introduzir água do saco no aquário. Coloque o peixe
com uma rede no aquário e jogue o saco e o resto da água fora. Assim você
diminuirá o choque da mudança de água e o risco de doenças.
Alimentação
- Esta é uma das partes mais importantes e talvez com a qualidade da água,
diretamente responsável pelo sucesso da manutenção e reprodução do disco
em aquário. O disco tem de ser condicionado vagarosamente a nova dieta,
e a introdução de um novo tipo de alimento até a sua aceitação completa,
poderá demorar até uma semana. Este ponto é mais problemático com peixes
coletados na natureza, que passam por um " stress" intenso desde a sua
captura no rio, até a sua chegada no aquário do consumidor final. Espécies
nascidas em cativeiro aceitam qualquer tipo de alimento mais rapidamente.
Procure nunca deixar alimento sobrando no aquário por mais de uma hora,
pois poderá apodrecer a água e poluir o seu aquário. Limpe o resto de
comida e repita a operação ao final da tarde ou na manhã seguinte. O disco,
prefere como qualquer outro peixe, por natureza, de alimento vivo, mas
isto não significa que seja o essencial para uma boa manutenção dele em
cativeiro. Ele aceita um cardápio bem variado, que pode incluir desde
alimentos vivos como artêmia salina, bloodworms, larva de mosquito, pedacinhos
de minhoca, daphinea e etc...à alimentos não vivos como flocos comum ou
especiais, comida em bits ou bolinhas, bloodworms congelado, artêmia congelada
ou desidratada, tubifex desidratado, vários tipos de patês como o de coração
de boi com cenoura e espinafre, e uma infinidade de outros alimentos que
aparecem dia a dia nas lojas de aquário. É preciso somente verificar qual
destes alimentos está mais disponível ao hobbista, elaborando um bom cardápio
diário, assegurando uma boa alimentação para os seus discos.
Reprodução
- A reprodução do disco, é ainda hoje, o auge dos aquaristas mais experientes.
Portanto para se tentar a reprodução do disco com boa probabilidade de
sucesso, é necessário que o hobbista já tenha tido outras boas experiências
na reprodução de outros ciclídeos como " acará-bandeira" ou "kribensis"
por exemplo. O mais fácil seria o de adquirir um bom casal e já se tentar
de início a sua reprodução, porém o alto custo e a raridade de casais
à venda, dificulta esta iniciativa. O ideal então, é adquirir peixes pequenos
na faixa de 4 meses, engordá-los até a fase adulta, e se tentar a formação
de um casal. Esta maneira além de ser mais econômica faz com que o hobbista
atravesse já de início pela experiência do crescimento dos disco. O casal
reprodutor escolherá um canto bem protegido e iniciará o ritual de acasalamento.
Normalmente isto se dá num tronco, tubo do filtro, e até mesmo no vidro
do aquário. Ocorrida a desova, o casal cuidará dos ovos oxigenando, limpando
e retirando aqueles que sejam atacados por fungos. Os ovos eclodem em
mais ou menos 72 horas, e os filhotes começarão a nadar após mais outras
72 horas, dependendo da temperatura. O casal cuidará da prole e os alevinos
se alimentarão de um muco produzido na pele dos adultos, propiciando ao
hobbista uma cena maravilhosa de difícil descrição. Os náuplios de artêmia
podem ser introduzidos no sétimo dia, em quantidades pequenas e com um
mês a prole pode ser retirada do aquário liberando o casal para um merecido
descanso. A ninhada deverá ser dividida em mais aquários dependendo da
quantidade, facilitando assim o crescimento dos pequenos discos.
Doenças - O
tratamento mais usado e frequentemente recomendado pelos criadores de
disco, é a manutenção de uma boa higiene do aquário. Por incrível que
pareça, mais de 95% das doenças acometidas aos discos são resultados de
péssima qualidade de água, grande frequência de distúrbios causados aos
peixes seja pelo uso indevido de remédios, oscilação de pH e temperatura,
transporte e péssima aclimatação feitas por atacadistas e lojistas de
péssima reputação. Se você está tendo alguma experiência com problemas
de doenças, faça primeiramente todos os testes de água, ao contrário,
do teste de remédios, como é erroneamente indicado por muitas pessoas.
Será indicado aqui
algumas das principais doenças onde os discos são mais sensíveis.
O ictio - aqueles
"pontinhos" brancos por exemplo será obviamente descartado já que a temperatura
do aquário à 29-30º graus, impedirá o disco de ser atacado pelo já conhecido
"resfriado" dos peixes.
Fungos e bactérias
- que tem como sintoma, pequenos chumaços de algodão e escoriações e laivos
vermelhos, respectivamente, podem ser diagnosticadas e curadas facilmente
com ajuda de bactericidas e fungicidas especializados, disponíveis no
mercado de aquariofilia. ( atualização: fungos e bactérias de pele são
sempre decorrentes à baixa qualidade de água, confira amônia, acerte pH
e faça trocas parciais mais constantes).
Parasitas e protozoários
- doenças causadas por estes agentes já são mais complicadas e infelizmente
mais corriqueiras em discos. Elas podem ser infestações externas e ou
internas. O oodinium por exemplo, causa uma espécie de irritação
na pele do peixe, tipo de uma "coceira", onde o peixe procura um objeto
para se coçar, causando um mal estar ao peixe, diminuindo o apetite e
a sua resistência. Isto pode ser curado com um oodinicida ou outra medicação
à base de formalina e cobre. Entretanto tome cuidado, principalmente com
estes tipos de medicação a base de cobre, pois um pequeno erro na dosagem
poderá ser fatal aos seus peixes. Existe outro parasita, também muito
comum chamado Dactylogyrus. Ele ataca principalmente as guelras
dos discos, causando uma respiração acelerada com o fechamento de uma
das duas guelras, e pode ser tratado do mesmo jeito à doença anterior
citada.
Spironucleos
- Por fim uma das doenças mais perigosas e tão corriqueira ao mundo dos
discos, e que normalmente passa desapercebida ao hobbista é o spironucleos.
Um verme intestinal (atualização: um protozoário que infecta o sistema
digestivo) que provoca falta de apetite nos disco, fazendo com que ele
perca peso lentamente até o ponto irreversível chamado popularmente de
"barriga colada" ou "disco gilete", onde o peixe acaba morrendo
por fim de inanição. O remédio recomendado precisa ter como um dos componentes
o "metronidazole", vendido nas principais loja de aquário. (atualização:
ex: "clout" ou Azoo Anti-Protozoa). Este tratamento precisa ser feito
a uma temperatura de 33º graus, e após três dias deve ser feito uma troca
parcial de 40% da água. Este tratamento deve ser repetido após 15 dias
assegurando assim a total errdicação da doença.
Lembre-se que apesar
de toda esta descrição com diagnósticos e medicações, a melhor cura ainda
será a prevenção. Portanto atente-se a manter seu aquário nas melhores
condições possíveis, procurando dar ao seu peixe sempre o melhor.
Estes são alguns conselhos
elaborados através do convívio com este fascinate peixe, ficando claro
a existência de inúmeras outras excelentes técnicas de manejo e cultivo,
não só de disco como também de outras espécies de peixes ornamentais,
que são praticadas por inúmeros aquaristas não só do Brasil como do mundo
inteiro. Concluindo, pelo que já foi dito deu para perceber porque o Acará
disco é uma espécie de peixe que provoca o interesse dos aquariofilistas
do mundo todo, e espero que estas idéias ajudem um pouco no aprendizado
deste interessante peixe, facilitando o caminho para novos encantos com
o rei do aquário, imerso neste maravilhoso hobby.
William Sugai
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